
Em longínquas águas, refugia-se a solitária ilha
Por mares bravios cercada, o céu é a sua companhia
As gaivotas são as únicas testemunhas de sua existência
Noites frias, dias ensolarados, tempos chuvosos
A vida segue seu rumo
As ondas, incessantemente, banham suas margens
São novas águas que chegam a cada dia
Como se quisessem fazer um agrado, mas em vão
A terra continua a mesma
O isolamento parece ser sua sina
Porém, nem tudo o que parece é definitivo
A ilha não é somente um pedaço de terra cercado de água
É apenas a parte visível que podemos enxergar
O que não conseguimos avistar, mostra-se impassivelmente submerso
Sua essência é de grande magnitude
A ilha é tão somente o cume de uma grandiosa montanha
Que a tantas outras iguais, une-se através do solo marinho
Forma-se uma imensa cadeia rochosa
O insípido solo muda, então, seu destino
Outrora, uma terra reclusa; hoje, agrupamento de forças
Nenhuma ilha é isolada, nenhum homem é só
A vida é muito mais: a ilha, agora, é montanha
O homem é o infinito possível
Por mares bravios cercada, o céu é a sua companhia
As gaivotas são as únicas testemunhas de sua existência
Noites frias, dias ensolarados, tempos chuvosos
A vida segue seu rumo
As ondas, incessantemente, banham suas margens
São novas águas que chegam a cada dia
Como se quisessem fazer um agrado, mas em vão
A terra continua a mesma
O isolamento parece ser sua sina
Porém, nem tudo o que parece é definitivo
A ilha não é somente um pedaço de terra cercado de água
É apenas a parte visível que podemos enxergar
O que não conseguimos avistar, mostra-se impassivelmente submerso
Sua essência é de grande magnitude
A ilha é tão somente o cume de uma grandiosa montanha
Que a tantas outras iguais, une-se através do solo marinho
Forma-se uma imensa cadeia rochosa
O insípido solo muda, então, seu destino
Outrora, uma terra reclusa; hoje, agrupamento de forças
Nenhuma ilha é isolada, nenhum homem é só
A vida é muito mais: a ilha, agora, é montanha
O homem é o infinito possível







