29 de dezembro de 2008

Feliz Vida

Feliz Ano Novo, Feliz Natal, Feliz Páscoa, Feliz dia dos Pais, Feliz Aniversário...

Bem, todos os dias (ou quase) estamos desejando feliz “alguma coisa” a alguém.

Mas dificilmente percebemos que seria muito mais simples se disséssemos: “Feliz Vida”.

Isso resume tudo. Pois veja bem: Os dias são iguais, as oportunidades são diferentes, e frequentemente estamos mudando nossos rumos, nossos pensamentos e sentimentos.

Então, cada data “especial” (Natal, ano novo, etc.) é diferente. Mas o dia é o mesmo.

Sempre será segunda-feira, você tem que levantar para trabalhar, estudar e levar uma vida normal, como qualquer pessoa.

Resumindo, essas “datas especiais” acabam por impor certas regras com as quais nem sempre concordamos ou entendemos, mas mesmo assim as cumprimos.

O que significa Feliz Páscoa, ou mesmo Feliz Natal? Porque desejamos Feliz Ano Novo a alguém se durante o ano, nem nos lembramos da pessoa?

Vamos mudar, vamos simplificar. A ordem do dia é a mudança.

Vamos desejar simplesmente Feliz Vida.



23 de dezembro de 2008

A mão estendida

A grande vantagem da vida é que cada dia é um recomeço.
Essa é a síntese do jogo.
A gente vai aprendendo as regras, vai se conhecendo e conhecendo a vida.
Todos os dias, temos a oportunidade de analisar o que fizemos e fazer ainda melhor.
A vitória sempre vem na hora certa.
Se ainda não chegou é porque ainda não é o momento certo.
Mas a mão de Deus sempre está estendida. Hoje e sempre...

15 de dezembro de 2008

Flores em festa




Não é preciso muito
As flores estão aí pra te alegrar
Dê um sorriso e um pouco de água
Você receberá a recompensa
O valor?
Depende de cada um


6 de dezembro de 2008

Alta sintonia

Mente em sintonia
Ondas no ar
Pensamentos que chegam
Pensamentos vão
Captar as ondas boas
Elevar a mente
É importante somente
Dimensões cada vez mais altas
Energia pura
O mundo é o mesmo
As pessoas são as mesmas
Os problemas são os mesmos
As dimensões e sintonias são diferentes
Cada um em seu mundo, em nosso próprio mundo
Cada um escolhe onde quer viver
Alta sintonia, vida com energia

3 de dezembro de 2008

Um sopro de brisa

Um sopro de brisa
Um vendaval devastador
É o mesmo vento
Forças diferentes
Mesmos lugares
Um acaricia
O outro destrói
São iguais, porém desiguais
Chegam sem avisar
Vão-se embora
Daqui pra qualquer lugar...

24 de novembro de 2008

Para Márcia

O Amor Antigo
(Carlos Drummond de Andrade)


O amor antigo vive de si mesmo,
não de cultivo alheio ou de presença.
Nada exige, nem pede. Nada espera,
mas do destino vão nega a sentença.


O amor antigo tem raízes fundas,
feitas de sofrimento e de beleza.
Por aquelas mergulha no infinito,
e por estas suplanta a natureza.


Se em toda parte o tempo desmorona
aquilo que foi grande e deslumbrante,
o antigo amor, porém, nunca fenece
e a cada dia surge mais amante.


Mais ardente, mas pobre de esperança.
Mais triste? Não. Ele venceu a dor,
e resplandece no seu canto obscuro,
tanto mais velho quanto mais amor.


21 de novembro de 2008

Fazendo café



Água

Chaleira

Colher

Garrafa

Pó de café

Açúcar

Filtro

Fogo


Isoladamente, esses elementos têm seu próprio valor.

Se os reunirmos da maneira correta, teremos um delicioso café.

Olhe à sua volta. Quantos ingredientes estão à sua disposição.

Procure observar o valor de cada coisa e imaginar como podem ser combinadas.

Assim como o café.

17 de novembro de 2008

A chuva

A gota cai da chuva
Percorre o chão
Corre para o bueiro
Segue em frente
Junta-se a tantas gotas iguais
Já não são gotas, viraram corrente
Chegam ao rio, várias correntes
O mar as espera, o rio deságua
Nas águas bravias
Muitos rios, muitas correntes, muitas gotas
O calor intenso, a água se aquece
Então se evapora, as nuvens se formam
As chuvas que chegam
As gotas que caem
Começa tudo de novo
Porém, não são as mesmas gotas...

8 de novembro de 2008

Quebra-cabeça

Quem ainda não percebeu, nosso destino é um quebra-cabeça que recebemos todo desmontado. O resultado final é o sucesso. 

Cabe a nós ter paciência e montá-lo até o fim.

Ocorre que muitos desistem no meio do caminho. O sucesso é parcial. 

Outros nem começam, por considerar o desafio muito grande. 

Ou seja, o sucesso está dentro de cada um de nós. 

É nosso dever analisar as peças que estão disponíveis e juntá-las aos poucos.

Por mais difícil que pareça, não é impossível.

As peças estão à sua frente: mãos à obra!

29 de outubro de 2008

Veja a vida

Se a vida já não tem a mesma cor, se você já não enxerga a luz como antigamente, se tudo parece desbotado e sem graça, não se desespere.
Talvez você esteja precisando trocar os óculos.
Não os de vidro, mas os óculos da alma.
Você vai se sentir melhor.
As coisas não irão mudar, você é que irá enxergá-las de uma maneira diferente.
Veja a vida...

23 de outubro de 2008

Recados da vida

Quando menos se imagina, a vida nos mostra exemplos de luta e perseverança.
Onde menos se espera, surge o improvável. A lógica nem sempre prevalece.
Cada momento é único. Basta estarmos atentos.
Por que uma plantinha tão pequena, que venceu as barreiras do concreto, que resistiu à chuva, ao sol, nos dá esse presente e essa lição de vida?
Pois bem, essa planta nasceu no meu quintal.
Talvez seu tempo de vida seja curto, talvez se transplantá-la para um vaso possa viver mais... Isso não importa. O importante é que ela deixou seu recado.
Que cada um tire suas lições.

15 de outubro de 2008

Que saudade da professorinha...

Como o pequeno lavrador que prepara a terra e lança as sementes ao solo, assim é a vida do professor. Pequenas sementes, pequena mentes.
Crianças abertas para um mundo novo, prontas para uma nova vida...
Professor. Profissão outrora tão valorizada e respeitada.
Aquele que ensina, muitas vezes não vê o resultado de seu trabalho.
É como aquele lavrador que lançou as sementes e partiu para outros campos, sem ver sua plantação florescer...
Mesmo assim não desiste. Sabe que seus ensinamentos um dia trarão frutos.
Neste dia, gostaria de homenagear todos os professores.
Trago como símbolo dessa profissão, minha querida mãe Maria Antônia.
Professora dedicada, amava o que fazia. Seus alunos eram suas sementes.
Com certeza, muitos alcançaram sucesso e hoje se encontram entre nós.
Parabéns!

8 de outubro de 2008

Um velho e novo dia

Nas coisas simples da vida
Sempre se pode aprender
Mesmo que sejam breves
Mesmo que sejam simples
Fazer café de manhã
Ferver a água, por o pó
Açúcar ou adoçante
Cada um faz do seu jeito
Cada vez é diferente
Mas sempre se torna igual
Como pode ser igual
Se cada dia é novo?
Aprender é preciso
O igual é diferente
Depende muito da gente
Criar o novo
Reciclar o que se sabe
Reinventar o óbvio
Hoje é um novo dia
Amanhã também



1 de outubro de 2008

Roge

Roge é meu avô paterno, já não está entre nós. Se estivesse vivo, estaria fazendo hoje 107 anos. Na verdade, seu nome era Joaquim Tobias de Figueiredo.
Era de Patrocínio Paulista e era considerado um homem muito forte. O apelido Roge era por causa de um canivete que tinha esse nome e que na época de sua juventude era muito conhecido por ter grande resistência.
Meu pai me contava que uma vez, ele conseguiu segurar um automóvel (uma Kombi, eu acho) que ia tombar, evitando que ocorresse um acidente.
Convivi pouco com ele, mas do que pude aprender, a simplicidade é a base de tudo. Como tudo na vida.
Meu avô foi administrador de fazenda e era um homem rude, mas não perdeu a ternura. Nunca percamos a ternura que existe em nós.
Nunca me esquecerei de meu avô. Sempre serei forte, sempre serei Roge.

29 de setembro de 2008

A folha vai com o vento

A folha vai com o vento
E junto, meu pensamento
A qualquer canto ou lugar
Lá estou eu a pensar
Se o vento pode chegar
Aos pontos mais infinitos
Tão longe meu pensamento
Pode estar nesse momento
Sou folha ao vento que vai
Sem destino, sem parada
Só sei que o vento me leva
Ao destino que me espera
Ao caminho que me guia
À luz do meu sucesso

23 de setembro de 2008

Saiba esperar

Bom dia, vida
Bom dia, sol
Se está frio
É para que não nos esqueçamos
Que existe o calor
Tenha paciência
Aproveite o que o frio tem de bom
Aproveite a vida nos momentos difíceis
O calor chegará
Os bons tempos sempre voltarão

17 de setembro de 2008

11 de setembro de 2008

Espelho que vê

Espelho que vê, reflete a luz
Reflete a imagem inversa
De tudo
De todos
Não tem memória
Não guarda lembranças
Apenas reflete
Não tem sentimento
Mas traz vida dentro de si
A vida sem vida
A luz sem luz
É forte, é frágil, não pode quebrar
Pois tudo que viu, de tudo, de todos
Jamais voltará a luz refletir
Pequenos espelhos, pequenos pedaços
Diversas imagens, novas visões
Assim passarão, o mundo enxergar
Uma realidade, várias visões

27 de agosto de 2008

Pouco a pouco

Pouco a pouco, acreditando, as barreiras foi quebrando.
Foi difícil no começo, parecia tão distante.
Seu caminho tão escuro transformou-se tão somente.
Claridade enxergava pela fresta da janela.
Essa luz que mesmo ao longe, tão pequena parecia.
À medida que avançava, quanto mais ele lutava.
Transformava o impossível, sua vida transformava.
O que um dia era sonho, hoje é realidade.

23 de agosto de 2008

Valor

Quanto vale uma gota de água?
Quanto vale um pouco de ar?
Quanto
vale um segundo de luz?
Quanto vale um prato de comida?
Quanto vale um sorriso?
Quanto vale ter alguém?
Quanto vale enxergar?
Quanto vale escutar?
Quanto vale andar?
Quanto vale tomar banho?
Quanto vale respirar?
Quanto vale a nossa casa?
Quanto vale a nossa roupa?
Quanto vale o nosso carro?
Quanto vale o nosso emprego?
Quanto vale o nosso dinheiro?
Quanto vale tudo isso?
Quanto vale tudo?
Quanto vale?
Quanto?
Se cada uma dessas coisas não tem valor para você,
Você não tem valor.
Dê valor a todas as coisas. Dê-se valor.
São coisas simples, mas sem elas, ninguém vive.

19 de agosto de 2008

A grande descoberta

Quem ama, ama com fé
Quem ama, ama sem dor
Quem ama, ama sem medo
Quem ama tem seu valor
Quem ama, ama a vida
Não tem a vida deserta
Quem ama faz todo dia
Uma grande descoberta
O amor

Eu fiz esse poema quando tinha 14 anos

Gota

A gota que cai
A água que vibra
O som que se forma
A vida que torna
A gente feliz
A luta que fere
O sol que castiga
A dura batalha
Se paro, desisto
Do mundo, da luta
Se sofro, não sinto
O som que me cerca
Se choro, não vejo
A gota de água
Não posso parar
Não posso sofrer
Não posso chorar
Sou gota, sou água, sou mar, sou assim.

15 de agosto de 2008

Mãe Nossa

Mãe nossa que estás em nós
Santificado seja vosso amor
Venha a nós a tua paz
Seja aceita a tua bondade
Assim no mundo como nos homens

A luz nossa de cada instante
Mostrai-nos hoje
Aceitai as nossas falhas
Assim como aceitamos as falhas alheias
E não nos deixeis ferir o coração
Mas proteja-nos de todas as adversidades.
Amém!

13 de agosto de 2008

Menina de ouro

Menina de ouro, menina valente.
Menina que luta, menina que chora.
Momentos difíceis, momentos de fé.
Suor derramado, o corpo cansado.
Se existe a dor, existe o amor.
Se existe a tristeza, existe a beleza.
Não pise nas pedras do longo caminho.
Você tem alguém que sempre te espera.
Pra forças te dar e muito te amar.

9 de agosto de 2008

Dia dos Pais

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Água

O mar não descansa...
As ondas que vem, as ondas que vão...
As gotas, que sem saber, são o próprio mar.
É água, é vida. Planeta Terra.
Mas a água é a dona do Planeta. Planeta Água.
Água do mar, água do rio, água da chuva...
Água que bebemos, lágrimas de riso, de choro.
Água doce, salgada, café, remédio, leite, sangue, vinho.
Água que lava, água que benze, água que purifica.
Água que irriga, água que refresca.
Indispensável a todos. Por poucos valorizada.
O que seria da sua vida sem água?
Água é vida...

“Aqua profluens et mare, jure naturali omnium communia sunt”:
A água corrente e o mar são comuns a todos por direito natural.

5 de agosto de 2008

É isso aí...

Obrigado, Senhor pelo dia de hoje.
Obrigado por poder recomeçar.
Obrigado pela minha vida, por minha casa.
Obrigado por me dar forças para lutar.
Agradeço por saber que todo nosso esforço não será em vão.
Às vezes lutamos sem saber por quê. Mas lutamos.
Luto feliz, porque sei que tem alguém sempre à minha espera.
Você, Márcia, me traz tudo isso...
E da mesma maneira procuro ser essa companhia.
Agradeço e peço somente a paz.
Que hoje nós temos e sempre teremos.
Sempre com muita luz.
É isso aí...

31 de julho de 2008

O Balão

Faça como o Balão. Não deixe escapar os pensamentos que te sustentam.
Isso faz com que você fique vulnerável. Você acaba descendo.
Agora, se você sempre tiver seus pensamentos aquecidos, estará sempre em um nível elevado, e sempre protegido. Cuide bem da direção do seu “Balão” interior.
Não se preocupe com o destino. Os bons ventos te levarão.

27 de julho de 2008

26 de julho de 2008

Meu tesouro

Você vale mais do que todo o tesouro do mundo.
Nunca se esqueça disso.

Te amo.

Pedro

25 de julho de 2008

Cotidiano

O dia nasceu, o galo cantou,
A lua se foi, o sol já chegou.
O vento soprou, a folha caiu.
O carro passou, o grito ecoou.
Cachorros latindo, crianças brincando.
Os homens morrendo, a vida correndo.
O mundo girando...
Mesmo que eu não quisesse, o dia nasceria.
Se sofresse ou sorrisse, o mundo giraria.
Acho que vou sorrir.

18 de julho de 2008

A magia dos sinais



Não percebemos, mas a matemática (ou a lógica) está presente em nossa vida muito mais que imaginamos. Sempre estamos calculando o que comprar, a distância em uma viagem, a hora certa de atravessar uma rua cheia de carros, atirar um papel em um cesto de lixo, etc.
Porém, uma coisa muito interessante que observei há algum tempo e tenho como teoria. Quando fazemos o bem ou o mal, estamos usando a matemática.
Como? É simples.
Imagine você fazendo o bem. É uma coisa positiva (+).
Imagine alguém fazendo o mal para você. É uma coisa negativa (-).

São quatro situações:

1 - Se recebermos uma ação negativa (uma agressão, por exemplo) com amor, na verdade, estaremos neutralizando a ação ( -1 + 1 = 0 ).
2 - Se recebermos uma ação negativa com agressividade ou raiva, estaremos piorando a situação, pois serão dois sinais negativos que se somam ( - 1 - 1 = - 2 ).
3 - Se recebermos uma ação positiva com amor, estaremos dobrando a ação, pois será uma soma de dois sinais positivos (1 + 1 = 2).
4 - Se recebermos uma ação positiva com agressividade, estaremos neutralizando também a ação ( 1 - 1 = 0 ).

Vale lembrar que em toda ação que emitimos, o resultado final de cada ação volta para nós.
Exemplo: Na situação 2, o resultado final é (-2).
Quer dizer, a pessoa envia uma ação negativa (-1), recebe o resultado final (-2) e o resultado total piora ainda mais (-1 - 2 = -3).
E assim por diante.

Resumindo: Faça o bem, independentemente da resposta que irá obter.
Você nunca sairá perdendo.

15 de julho de 2008

Amigo

Amigo que se conquista, amigo que se quer bem.
Amizade é presente de Deus para sempre.
Manter um amigo é mais difícil do que conseguir.
Se você tem um amigo, comemore! Se ele te magoou, não fique triste...
Com certeza, ele tem suas razões; mas se é amigo verdadeiro, confie.
A vida é difícil, o mundo nos maltrata, o amigo nos faz suportar tudo isso.
E quando falamos de amigo, falamos do pai, da mãe, do marido, da esposa, dos irmãos, dos colegas, dos namorados...
Enfim: todos à nossa volta e que queremos bem e somos queridos.
Hoje em dia, é difícil acreditar nas pessoas. Muitas vezes confiamos, e às vezes somos surpreendidos. Mas é preciso acreditar.
O amigo verdadeiro sempre nos surpreende. Para as coisas boas.
Para aqueles que não são amigos, devemos sempre agir com cautela e tratá-los bem.
Quem sabe um dia ele poderá ser um amigo verdadeiro?
Mas saiba valorizar.
Na verdade, todas as pessoas do mundo são nossos amigos.
É que elas não sabem.
Cabe a cada um de nós despertarmos no outro essa virtude.
Pode ser utopia, mas assim um dia, o mundo será feito todo por amigos.
O que hoje é realidade, um dia foi sonho...

11 de julho de 2008

Lógica

Se a vida lhe deu um limão,
faça uma caipirinha...

10 de julho de 2008

Agradecer

Agradecer...
Quase nunca nos lembramos de agradecer.
Pelo dia de hoje
Pelas oportunidades
Pelo ar que respiramos
Pela luz que nos ilumina
Pelo alimento que nos fortalece
Pela roupa que vestimos
Pelo banho que tomamos
Pela água que bebemos
Pelo som que ouvimos
Por nossas mãos
Por nossas pernas que nos sustentam
Por nossos olhos que nos fazem enxergar
Enfim, por tantas coisas
Agradeça por tudo a cada momento
Não espere perder para valorizar.

7 de julho de 2008

Ensinamentos

Tudo o que se pode aprender, tudo o que se pode ensinar, nunca nos foge, sempre fica. O tempo não volta, o tempo não pára.
Se hoje aprendemos, amanhã ensinamos.
Mas nunca deixamos de aprender, nunca deixamos de ensinar.
Observar a vida é aprender, mostra o caminho é ensinar. Pense bem.
Se há alguns anos você tivesse observado mais, tivesse mostrado mais caminhos... Como seria hoje? Pois é...
Como o tempo não volta e não pára, ainda dá tempo.
Neste momento você está observando este texto.
Assim como em qualquer ocasião, nunca deixe de observar e aprender.
Nunca se sabe quando vamos precisar desses ensinamentos.
Pode ser hoje, amanhã, quem pode saber?
O importante é aproveitar cada minuto. Que nunca vai voltar...

3 de julho de 2008

Esperança

Olhar distante, olhar sem rumo
Despedaçado o seu destino
Há muito tempo abandonado
Sem esperança de vida
Vida que foi um dia
Cheia de sonhos e fantasias
Um ser humano que vivia
Com dignidade e orgulho
Hoje sofre e não sonha
Vive, mas não tem vida
Mas lá no fundo de sua alma
Bem trancado, no fundo da gaveta
Existe vida, existe esperança
Como alcançar o segredo?
Na verdade, não existe chave, gaveta ou segredo...
É só atravessar a ponte da humildade e estender a mão...

1 de julho de 2008

26 de junho de 2008

Sorriso triste

Tendo a missão de nos fazer rir. Mesmo com dor, mesmo tão triste...
Ainda que seja por alguns momentos, ainda assim precisa sorrir.
Será que o palhaço sorri por prazer? Será que sorri pra não se lembrar?
Dos dias de glória que um dia viveu e hoje seu mundo em cinzas ficou.
Assim somos nós, às vezes choramos. Às vezes sorrimos tentando esconder a dor e a tristeza que temos no peito.
Tentando mostrar que somos felizes. Porém é preciso fazer diferente!
Mas não como faz aquele palhaço, devemos abrir o peito e gritar:
“Sou forte e capaz, também sei chorar”.
Libere seus medos, não sofra jamais.
Seja você mesmo, não importa o que digam.
Seja sempre transparente. Mostre o seu verdadeiro “eu”.
Faça de sua vida um circo de verdadeiras alegrias.

24 de junho de 2008

Sempre criança



Flávio acordou bem cedo. Abriu os olhos lentamente. Era domingo.
Levantou-se, tomou um banho bem quente, pois estava muito frio.
Era inverno.
Escutou sua música preferida, enquanto se trocava ali mesmo no quarto.
Já na cozinha, preparou um café bem forte, pois na noite anterior tinha bebido um pouco a mais do que de costume. Sentou-se à mesa.
Ligou o rádio na expectativa de ouvir as notícias mais recentes. Quando de repente ouviu um barulho no quintal. Como estava sozinho em casa, estranhou o ocorrido e foi até o quintal para ver o que lhe assustara.
Era uma bola que tinha caído em cima da lata de lixo e provavelmente tinha vindo da casa do vizinho do lado esquerdo.
Abriu a porta devagar e para sua surpresa, deparou-se com o filho do vizinho de nome Paulinho tentando pular o muro para pegar a bola.
- Ei, moleque! Cuidado. O que você está fazendo?
- Só quero pegar a bola, Tio...
- Desce daí, que vou chamar sua mãe!
- Tá bom, tá bom...
E Paulinho voltou para sua casa, enquanto Flávio se trocou e dirigiu-se à casa do menino. Parou em frente à casa e tocou a campainha.
- Pois não? Atendeu a porta uma senhora idosa e aparentemente com muito sono.
- A senhora é parente do Paulinho? Perguntou.
- Olha, eu sou a avó dele e não tenho nada com isso. A mãe dele viajou e me deixou aqui tomando conta dele. Se ele fez alguma coisa de errado, espera a minha filha voltar. Não quero confusão! E bateu a porta na cara de Flávio. Triste e irritado, voltou à sua casa e ficou imaginando:
- Na verdade, não aconteceu nada demais, porém o menino deveria ser repreendido.
Curiosamente, num momento de devaneio, veio à sua mente a lembrança de sua infância: Ele, Flávio, com seus dez anos, pulando o muro do vizinho para pegar a pipa que caíra no quintal. Só que naquela oportunidade não tinha consciência do que fazia. Para ele, era normal pular o muro para pegar a pipa.
Ao avistar o vizinho que cuidava do jardim, tentou voltar, mas o vizinho o alcançou e lhe deu uma bela surra. Naquele momento, Flávio percebeu o quanto “doía” uma travessura.
Voltando à realidade, Flávio pensou muito. A infância é uma fase muito importante e que nunca mais volta. Devemos ter boas recordações, meditou.
Mais do que depressa; pegou a bola que ainda estava no quintal, foi até o armário e pegou uma camisa do Palmeiras (sabia que Paulinho era Palmeirense) e se dirigiu até a casa do menino.
Ao tocar a campainha novamente, o próprio Paulinho atendeu:
- Olha Tio, se você veio me bater, eu vou gritar e chamar a minha Vó! Eu não fiz nada!
- Peraí, menino, venha aqui que não vou fazer nada, só quero conversar...
E Paulinho, timidamente abriu a porta e foi ao encontro de Flávio.
- O que você quer, Tio?
Flávio, emocionado, disse:
- Olha, Paulinho, eu já fui menino. Sei o quanto é importante brincar e lutar por aquilo que gostamos. Só se é criança uma vez e sei que você não pulou o muro por maldade.
Aqui está sua bola e também esta camisa.
- Pra mim, Tio? Respondeu emocionado vendo a camisa do Palmeiras.
- É sim. E nunca se esqueça de uma coisa: Quando você crescer, veja em cada criança brincando, a criança que você foi. Perceba que a gente cresce, mas o espírito infantil não morre. Vai ser mais fácil entender a vida.
Mesmo não entendendo muito bem as palavras ditas por Flávio, Paulinho agradeceu e saiu correndo e gritando:
- Vó, Vó! Vem ver o que eu ganhei!!!

23 de junho de 2008

A escada

Um degrau de cada vez.
Nossa missão compõe-se de etapas, como os degraus de uma escada.
Sabemos, ou deveríamos saber aonde chegar, qual a nossa meta.
Porém, nem sempre obedecemos às regras que a vida nos impõe.
O objetivo de se chegar “lá em cima” começa sempre com o primeiro degrau.
Devagar e sempre, passo a passo, respeitando o próximo e os degraus vão sendo vencidos. Nosso objetivo fica cada vez mais perto.
Acontece que às vezes somos impelidos, quase sempre por pressa ou ganância, atravessar a ordem das coisas. Tentamos pular os degraus, e nessa pressa acabamos voltando um ou mais estágios do ponto de onde estavam.
Infelizmente, nosso mundo está repleto de pessoas que pulam esses degraus e o que é pior: Acabam atrapalhando a vida de quem quer seguir seu caminho normalmente.
Não desanime. Se na primeira tentativa não aconteceu, talvez não fosse a hora certa. Mas para o verdadeiro vencedor, a hora certa é conseqüência daquilo em que ele acredita.
Se ele acredita no sucesso, ao sucesso ele chegará.

20 de junho de 2008

Ouça-me

Sou planta, sou flor
Porém tenho alma
Não sou insensível
Eu tenho uma vida
Dependo da água
Dependo da terra
Porém, também quero
Ouvir de alguém
Palavras bonitas
Cuidado e carinho
Que eu retribuo
Com flores e frutos
Converse comigo
Me dê atenção
Escute a voz
Do seu coração



18 de junho de 2008

21 anos

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Foi ao som dessa música (Five Hundred Miles – Peter, Paul and Mary) que, há exatos 21 anos, conheci a Márcia.
Assim, como hoje, era véspera de feriado e fazia muito frio.
Estava na casa de uma colega em uma festa junina (mais ou menos, era uma festa normal) e eu estava cantando essa música quando a Márcia entrou com um colega seu.
Comecei a paquerá-la (e ela também), mas fiquei com receio por ela estar acompanhada. Só não sabia que o colega que a acompanhava era, por assim dizer, não muito chegado... Entenderam, né? Nada a ver
Bem, depois desse dia começamos a nos falar e vimos que tínhamos tudo a ver com o outro. Apesar de algumas diferenças e algumas separações no início (coisas de jovem), estamos até hoje como se fosse o primeiro dia. Esse é o segredo: cultivar diariamente.
Sempre que ouço essa música, me vem na lembrança aquele momento mágico.
Que Deus abençoe esse dia e todos os dias de nossas vidas.

Márcia, eu te amo

17 de junho de 2008

Não pare


Não pare no meio do caminho.
Por mais longo que seja, sempre há um destino.
Qual é o seu?

15 de junho de 2008

Os sinais da estrada


Nossa vida é uma estrada. Nascemos. É o ponto de partida.
Os primeiros caminhos, muitas vezes desconhecidos, em seus primeiros momentos já mostram “sinais” em que podemos visualizar e evitar certas situações que estarão mais à frente. Onde, em tese, já teríamos a experiência para tomar a decisão correta.
Ou seja, não é preciso passar por um problema para saber as suas conseqüências.
Se soubéssemos que uma direção errada nos leva a destinos incertos, por que insistimos em fazê-lo? Por que chorar pela falta da luz, se a temos constantemente e não lhe damos valor... Por que chorar a perda de um ente querido; se, quando em vida, não notávamos sua importância... Por que lamentar uma enfermidade em si, se nem mesmo valorizamos o simples ato de beber água...
Pois é...
Sinais. A boa estrada é repleta de sinais. Nossa vida também.
Se entramos em uma estrada ruim, já não teremos a segurança em ter os sinas que teríamos na boa estrada.
Siga sempre o caminho correto, por mais longo e entediante que possa parecer.
A importância de esperar e estar atento aos sinais que recebemos, é muito maior que a decepção de não poder voltar atrás.
Valorize a vida. Valorize o presente. Valorize-se.

11 de junho de 2008

Essência


Mamãe, quanta saudade... Daqueles tempos de outrora.
Do sorriso da senhora, da alegria de viver...
Quando pequeno, sentia medo do temporal.
Mas ao primeiro sinal, para o seu colo corria.
Quando criança, doente, com carinho me cuidou.
E até me “amarrou” pra não poder me coçar...
Saudade das madrugadas que tão cedo levantava.
E assim me acordava para tomar o café.
Farda passada, banho tomado, e assim ia feliz ao exército servir...
Quanta preocupação quando distante morei.
Em São Paulo eu vivi, mas felizmente voltei.
Que boas lembranças eu tenho
da sua compreensão por não gostar de feijão.
Mas mesmo assim sentia-se muito grata.
Carne moída e batata fazia sem reclamar.
Preocupação, alegria, era assim seu dia-a-dia.
Comigo e toda a família, dedicação e amor.
Amor que se traduziu em realização.
Pois recebi sua bênção ao me casar com a Márcia.
Mamãe sabia que eu estava “em boas mãos” .
E sentiu sua missão cumprida porque sabia que eu estava feliz.
Por ter me dado a vida e me ensinado a viver.
Um dia partiu, mas não nos deixou.
Sua essência ficou e hoje simplesmente eu quero dizer:

Parabéns, Mamãe pelo seu aniversário.






9 de junho de 2008

Fogo


Fogo que queima
Fogo que arde
Fogo que ilumina
Fogo que aquece
Fogo que derrete
Fogo que guia
Fogo que destrói
Fogo que a tudo consome
Menos a si mesmo
Queima, arde, ilumina, aquece, derrete, guia, destrói, consome...
Apaga, alivia, escurece, resfria, endurece, dispersa, constrói, descarta...
É fogo, é vida, é luz...

Nós e o polvo

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Pergunta: O que nós temos em comum com um polvo?
Muitos diriam que nada.
Se analisarmos bem, todos nós temos um pouco de “polvo” dentro de nós.
Provavelmente, alguns sabem; mas o que a grande maioria não sabe é que o polvo é um ser inteligentíssimo.
Além de inteligente, é capaz de adaptar-se às mais diversas situações, onde transforma sua pigmentação completamente, a ponto de ficar “invisível” aos olhos dos seres que habitam o oceano e principalmente dos predadores.
Além disso, foi provada cientificamente a inteligência do polvo. Dentre os testes realizados, o mais impressionante já visto é onde um polvo é colocado dentro de um aquário de vidro fechado por todos os lados e somente uma abertura lateral infinitamente menor em relação ao seu corpo. Ele, incrivelmente, consegue passar pela abertura moldando seu corpo de forma que atravessa o vidro e finalmente, consegue sair.
Pois bem, sejamos como o polvo.
Capacidade de adaptar-se às mais diferentes situações, lutar até o fim pelo seu objetivo, ter “jogo de cintura” para poder sair das situações mais difíceis; por mais inconcebíveis que possam parecer.
Não damos o valor devido à nossa capacidade. Podemos mais do que pensamos.
Somos seres inteligentes e não aproveitamos o temos de melhor.
Acredite em você. Quebre a barreira da dificuldade e seja um vencedor!

6 de junho de 2008

No mundo da Lua


De repente, o sol se escondeu. A Lua, curiosa, queria saber o motivo.
Por que o sol ali não estava como de costume, todos os dias. Mas, assim mesmo assumiu seu lugar.
Ao longo do dia percebeu algo diferente; as pessoas não ficavam velhas, estavam rejuvenescendo. Os velhos renasciam, as crianças iam morrendo.
Os rios ficavam limpos, as florestas voltando à forma original.
Os moradores da cidade voltavam para o campo.
Os animais iam se transformando, contrariando a teoria da evolução.
O ar foi ficando puro, pois a poluição foi diminuindo.
O ser humano voltou a se comunicar pessoalmente, à moda antiga.
Nada de Internet, telefone ou televisão. Isso era coisa do passado
Agora o homem é simplesmente homem. O amor voltou!
Será que é utopia?
Será que estou ficando louca? Pensou a Lua.
Pois é...
Atualmente, vivemos num mundo onde já não sabemos o que é realidade ou fantasia.
Vivemos ao lado das pessoas e já não as conhecemos.
Enxergamos, mas não vemos. Escutamos, mas não ouvimos...
Mas tudo pode ser diferente!
Façamos como aquela Lua, que na verdade, não estava louca.
Apenas começou a enxergar o mundo de uma outra maneira.
Onde os problemas e necessidades continuam existindo, mas podemos pintá-los da cor que quisermos. Bastar ter tinta e muita criatividade.
Comece hoje mesmo a olhar o mundo e as pessoas de forma diferente.
Você verá o resultado.
E ao olhar para o céu e avistar a Lua, já sabe...

Menina-moça

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Menino doce, menino Deco

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4 de junho de 2008

Amar é amar


O amor pode existir de várias formas
Amor de pai
Amor de irmão
Amor de mãe
Amor de esposa
Amor de marido

Seja qual for o amor que sentimos
Seja qual for a intenção que temos
Seja qual forem as palavras por nós ditas

Sempre sentiremos
Sempre pretendemos
Sempre diremos

O verdadeiro amor

Porque, quando se ama
Tudo é pelo bem
Sempre pelo bem
Assim é e sempre será

Amar é se doar
Amar é viver
Amar é ...
Difícil traduzir em palavras
Amar é amar





3 de junho de 2008

Você existe

Sinta-se
Perceba o quanto a vida é bela...
Você existe! É maravilhoso!
Então, saia por aí contemplando tudo o quanto é belo.
Você vê! As cores parecem mais vivas.
Você ouve! Os pássaros parecem cantar com mais ternura.
Você sente com delicadeza o aroma das flores que te cercam.
E sente a leve brisa tocar o seu rosto.
O doce sabor do mel nos faz lembrar o quanto a vida pode ser doce...

E então?
Percebeu que tudo isso está ao nosso alcance, e talvez nem tenhamos notado?
Procure agora mesmo desfrutar de todas essas pequenas coisas e, quando acontecer algo verdadeiramente bom, sentirá a felicidade plena.

30 de maio de 2008

Conjugação do verbo viver




Eu tentei
Tu tentaste
Ele tentou

Eu sofri
Tu sofreste
Ele sofreu

Eu suportei
Tu suportaste
Ele suportou

Eu venci
Tu venceste
Ele venceu

Nós vencemos.
Hoje vivemos.

Procurando uma estrela



Por muitos e muitos anos, procurou uma estrela que lhe desse luz,
que lhe desse calor.
Que lhe trouxesse alegria, que lhe trouxesse o amor.
Andou por vales e praias, vasculhou os continentes...
Procurou em toda parte.
Não sabia o que fazer.
Os anos já se passavam, e a estrela não vinha.
Mas sabia que aquela luz seria sua salvação.
Para viver com alegria, para ser feliz um dia, para fazer alguém feliz...
Já cansado de viver, sabia que o fim chegava e sua estrela não veio.
Sem forças e abatido, movido pela emoção; juntou as mãos com esforço em sua última oração.
Agradeceu pela vida, mas questionou junto a Deus:
- Por que não achei a estrela, por que procurei em vão?
Deus então respondeu, com calma e compaixão:
- Ela estava em você, dentro do seu coração...

Como nascente de rio



Como nascente de rio
Brotou a sua existência
Por rumos tão tortuosos
Assim seguiu seu caminho

Caminho de duras pedras
Uma a uma retiradas
Para abrir seus caminhos
Construir sua morada

Essa nascente de rio
Transformou-se em Ribeirão
Passou por muitos lugares
Semeando a amizade

De um amor tão bonito
Veio então, sua família
Numerosa, é verdade
Mas todos sempre unidos

Foi perfeito? Ninguém é...
Os defeitos? Quem não tem?
Foi simplesmente um homem
Que queria ser feliz

Assim sendo, esse rio
Que um dia já foi nascente
Foi desaguar calmamente
Nas águas do mar da vida...

29 de maio de 2008

Mais do que bela


Menina-moça, mulher de fibra.
Sempre aprendendo, sempre ensinando.
Quantos tropeços lhe ensinaram... Quantas crianças com ela aprenderam...

Quantas vezes suportou calada, em quantos momentos de alegria sorriu.
Aqueles olhos verdes de esperança que sempre acreditaram em um amanhã melhor.
O amanhã não chegou.

Sempre existiu o presente, que conduzia seu destino...
Sem saber, ia costurando a colcha de retalhos da sua vida,
alinhavada com muito amor.

Amor dos filhos, amor do marido. Amor dos irmãos, amor dos pais.
Enfim, sempre amor.
Que no momento marcado, em luz se transformou.

Depois de tanto chorar, depois de tanto sorrir, depois de seguir seu caminho,
encontrou a paz afinal.
A paz que tanto buscamos...

A lembrança que hoje temos daquela mulher de fibra,
Não é uma imagem triste, não é uma imagem singela...
É uma mulher vencedora. Bonita, mais do que bela...